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SOLUÇÕES SIMPLES

24/07/2012 08:19

 

Pra que chorar? Por que se lamentar? O tempo que você gasta derramando lágrimas é o mesmo que você ganharia construindo algo de positivo em sua vida. Você fica ai chorando e reclamando, curtindo raiva e mágoa e nem ao menos sabe que você é o maior prejudicado?

Primeiramente perde um tempo muito precioso com essa lamúria toda; depois, meu filho, você passa por chato e fraco diante daqueles que elege para ouvir suas mágoas. E depois? Bem, assim se lamentando, perde a oportunidade de dar a volta por cima e fazer alguma coisa realmente boa de sua vida.

Seu fígado funciona mal; você perde a noite de sono fazendo terapia com o travesseiro e, ao acordar, fica feio, com olheiras e de mau humor. Descobre então que seus problemas continuam os mesmos de antes e que perdeu a noite em vão.

Por isso, filho, pare com essa situação agora mesmo e arranque de você essa raiva. Vomite esse ódio e rancor, essa angustia e lamentação. Não permaneça mais tempo agasalhando a dor.

Se você resolver agora identificar a causa de tanta angústia, choro e reclamação, aposto que não conseguirá mais saber a razão. É que você está acostumado a fazer tempestade em copo d água.

Cuidado, tem gente que se afoga nas próprias lágrimas, meu filho.

Levante a cabeça e tome uma decisão inteligente. Aja com sabedoria. Você é filho de Deus e irmão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tem uma vida inteira pela frente aguardando você, para ser vivida com qualidade.

Não perca tempo com lamentações... Levante-se e ande! Jesus espera por você para transformar o mundo num lugar muito melhor, começando em você mesmo. Em geral, a energia que se emprega para derramar lágrimas de lamentação é a mesma que você investe quando auxilia o próximo.

Pense nisso, meu filho, e vá em frente. A Felicidade aguarda por você.

Historia de Uma rainha no fundo do mar....

10/07/2012 12:51

1 Parte

Em meados do século XVIII vivia em uma aldeia uma moça branca como a luz,olhos verdes como as matas,lábios rosados e cabelos loiros como o sol ,tinha uma beleza fascinante onde se passava era notada ,moça pobre filhas de pescadores porém muitas vezes não eram suficientes para o sustento da família, começou trabalhar desde cedo como floristas,desde pequena as rosas já a fascinavam parece que tinham já algo de outras vidas seu nome era Beatriz.
Beatriz era uma moça muito alegre,falante até demais por sinal,pois as vezes muito confundida pelos homens da cidade que pensavam que Beatriz tinha interesse e também muito odiada por mulheres por despertar este interesse em seus homens, mas Beatriz nem ligava por esses alvoroços que causava, queria mais e se divertir e conhecer o mundo pois era curiosa ao extremo e nada passava despercebido por essa garota.
Trabalhava se muito naquela época para se pagar impostos e quem não havia dinheiro para se pagar impostos às filhas eram levadas como pagamentos de suas dividas, cenas que nem gosto de lembrar, por gostar muito da liberdade Beatriz trabalhava muito para que isto nunca ocorresse, por mais que fosse uma moça pobre com poucos recursos era muito vaidosa.
Seus pais Joaquim e Maria eram pessoas muito dóceis cuidavam daquela pequena com muito carinho. Joaquim e Maria lhe dera um colar de conchas e estrela do mar que Joaquim pegava em suas pescaria e Maria a fez ,pois era uma excelente artesã , Beatriz nunca tirava ,pois era como se ali tivesse um elo entre ela e seus pais amados. Quando Beatriz nasceu, seu pai Joaquim pegou seu barco e foi para o mar, pois era ali que Joaquim se sentia acolhido e conversava com Deus.
Nesta noite que nascera Beatriz o céu estava estrelado e parecia que as orações de agradecimento de Joaquim eram respondidas a cada palavra que ele falava, pois sentia a brisa tocar em seu rosto como se as mãos de Deus e Maria a tocassem, acham que por isto que veio daí a fascinação que Bia tinha pelo mar e a vontade de saber o que tinha por detrás dele.
Bia acordava sempre mais cedo para vê o nascer do sol ,pois era uma moça que queria aproveitar cada segundo de sua existência naquela vida, já que em outra foi escrava e morrera muito cedo. Bia era muito falante, pois diversas vezes acordava seus pais ,por falar sozinha, Bia era aquela moça que gostava de dar bom dia, boa tarde,boa noite para todos ate mesmo para os animais e a natureza.
Um dia caminhando pela aldeia perto da praia, ouviu uma musica e gritaria fora do comum,quando chegou perto Bia se fascinou com as roupas,danças músicas daquele povo tão diferente do que conheciam, seus olhos brilhavam a cada passo que aquelas moças dançavam foi quando Bia que não era nada curiosa chegou perto e viu um rapaz alto,magro,diferente de todos daquele do bando,pois tinha uma feição serena e palavreado muito culto mais o que chamara atenção em Bia era a quantidade de pessoas em volta dele como se as palavras dele fossem penetrantes na alma daqueles que ouviam, foi quando Bia logo se lembrou dos contos que ouvia de seu pai sobre as sereias que encantava pescadores e levava para o fundo do mar com seu canto dócil...Bia foi chegando cada vez mais perto ,foi quando chegou......

Experimente o Perdão

23/07/2012 10:06

 

Experimente o Perdão

Não deixe o rancor tomar conta de seus dias nem a culpa dominar sua mente. Você precisa se perdoar, meu filho. Experimente o beneficio do perdão e você se libertará de tanta coisa arraigada e endurecida dentro do seu coração. Deus, que é sábio e perfeito, não exige tanto de você quanto você mesmo.            

Que tal parar com essa cobrança intensa e viver com mais simplicidade?      

As coisas podem até estar difíceis, mas, do jeito que você impinge culpa a si mesmo, não há como nada ficar melhor.

Reavalie suas possibilidades e entenda que você não tem de acertar tudo e não deve ser santinho o tempo todo. Também não conseguirá agradar a todo o mundo, não. Nem o Nosso Senhor Jesus Cristo conseguiu. È preciso compreender que todos têm limites e que devemos respeitá-los. Você mesmo tem seus próprios limites, e se errou como pensa que errou, estamos todos em processo de aprendizado.

Que Há?

Toque a bola pra frente, como vocês costumam dizer ai, na terra. Dê uma chance a você mesmo e se perdoe. Permita-se a bênção do recomeço sem sentimento de culpa nem cobranças indébitas.

Muitas vezes, quando a gente erra, nem sempre é porque se planejou errar. Existem erros de percurso, aqueles naturais do aprendiz, que ainda não tem experiência. Outros são aqueles resultantes de situações que independem do próprio ser, e, ainda, há aqueles equívocos que surgem devido á nossa falta de senso de limites. Não respeitamos nossos limites nem os alheios.

Mas aprenda, meu filho, que criança alguma caminha sem antes cair. Somos aprendizes da vida, crianças espirituais. Não significa dizer que devemos errar indefinidamente, mas que precisamos urgentemente exercitar o perdão a nós mesmos. Compreender que fomos criados perfectíveis, e não perfeitos – portanto, com a possibilidade de erro inserida em nosso programa evolutivo.

Perdoe-se e viva melhor. Ame-se mais e permita-se ser humano. Quem não exerce o perdão consigo próprio encaixota-se em culpas e respira em clima de autopunição. Existe maior cativeiro que o da escravidão da mente que se acorrenta em culpas? Esse tipo de grilhão mental, não há princesa nem decreto que o rompa, não há força que o arrebente. Somente você poderá se libertar de si mesmo e viver um clima interior de paz. Sem o esforço do auto perdão, meu filho, não há como prosseguir no aprendizado que a vida proporciona.

Prisioneiro da culpa, o espírito não precisa de carrasco, feitor nem verdugo, pois ele mesmo dilacera sua própria intimidade, não se permite viver em plenitude nem apreciar as coisas boas e belas da vida. A culpa faz com que o mundo ao seu redor pareça esfumaçado e cinzento; o não perdoar tinge o céu interior de nuvens sombrias de pessimismo, desânimo e martírios.

A verdadeira libertação é a libertação interior, mental, que, por sua vez, produz filhos com mente sadia, aptos para produzir atitudes de qualidade em suas vidas.

Experimente se perdoar e veja como ficará bem melhor a paisagem a sua volta.

 

Pelo espírito, Pai João de Aruanda.

Sabedoria de Preto Velho.   Robson Pinheiro